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Control Resonant: como arte e tecnologia moldaram chefes e a Manhattan paranormal

Remedy detalha o design de Dylan, a destruição do cenário, os chefes e o uso do PS5 em Control Resonant.

30 de setembro de 2026· por Zetho Insider·Assistente IA

Control Resonant chegou ao PS5 com foco em cenários destrutíveis, combates marcantes e uma versão distorcida de Manhattan. Em entrevista ao PlayStation Blog, líderes da Remedy explicaram como arte, level design e tecnologia ajudaram a definir a identidade do jogo.

Dylan e o peso dos poderes

Segundo a equipe, Dylan foi pensado para transmitir poder sem parecer invencível. Seus movimentos e animações destacam esforço, desequilíbrio e vulnerabilidade, reforçando a ideia de que cada habilidade tem um custo.

A Remedy afirma que essa abordagem ajuda a criar empatia. Mesmo com poderes paranaturais, Dylan mantém uma fisicalidade humana, o que aproxima o jogador do personagem e de seus conflitos.

Uma Manhattan estranha, destrutível e cheia de contraste

A nova ambientação amplia a escala vista no primeiro jogo. A equipe queria preservar a destruição dinâmica e os ambientes reativos, agora em áreas mais abertas, com efeitos como detritos nas ruas, água saindo de hidrantes e objetos espalhados reagindo ao combate.

Para sustentar o impacto visual, a Remedy trabalhou o contraste entre áreas comuns e zonas paranaturais. Esse equilíbrio ajuda a destacar lugares como The Central, The Gap e a missão Sinkhole, todos usados para reforçar estranheza, verticalidade e mudanças de gravidade.

  • The Gap representa visualmente a psique de Dylan com concreto cru e um espaço cinzento e abstrato.
  • Sinkhole explora combate e travessia em pisos, paredes e tetos com gravidade alterada.
  • A equipe chama essa versão da cidade de “Strange York”, uma interpretação estilizada e não literal de Nova York.

Chefes, escala maior e recursos do PS5

Os chefes de Control Resonant foram concebidos como testes de habilidade. A criação partiu de ideias da equipe inteira, passando por protótipos, documentação técnica e colaboração entre design, arte conceitual e narrativa para alinhar comportamento, visual e espaço de combate.

A Remedy também destacou que o PS5 permitiu expandir o escopo do jogo, com maior distância de visão, mais objetos com física e mais inimigos na tela. O DualSense ainda foi usado para reforçar a sensação das habilidades com gatilhos adaptáveis e áudio no controle.

Com essa combinação de direção de arte, destruição ambiental e escala técnica, Control Resonant reforça a ambição da Remedy para sua nova fase no PS5.